Sensivelmente a meio caminho entre Havana e Piñar del Rio ficam as "cascadas de Soroa", onde parámos e por 3 CUCs lá entrámos por meio do arvoredo fantástico até chegarmos às quedas de água. Fiquei a fazer umas fotos pouco entusiasmado com a ideia de "ir ao banho", mas depois de muito soar de ver todos os restantes comparsas deliciados, lá fui ao duche - absolutamente fantástico.
À saída e antes de irmos rumo a Viñales, almoçámos num restaurante particular mesmo antes da autopista onde comemos um dos melhores almoços das férias. Por fim mais uns quilómetros para chegarmos ao final do dia ao hotel "Los Jazmines" em Viñales.
O hotel tinha "má fama" no tripadvisor pelo que estávamos um bocado apreensivos. Mas o "Los Jazmines" foi uma surpresa muito agradável. Todo o Hotel tem vista para o fantástico vale, abrir a varanda do quarto e mergulhar no vale é uma sensação fantástica que nunca se esquece.
Dormimos optimamente, acordámos de noite com os galos que começam a despertar pelas 5.30h da manhã. O jetlag ainda se fazia sentir.
De manhã fomos a Piñar del Rio para visitar a fábrica de tabaco ode se fazem os "Habanos" de várias marcas - Romeo e Julieta, Cohiba, etc. Por 5CUC cada, demos a volta ao interior do pequeno edifício e passamos pelas várias fazes do fabrico. No final comprámos uns "puros" oficiais na loja da fábrica.
90% do tabaco produzido na zona de Piñar del Rio é para exportação por ser o melhor de Cuba. Na informação durante a visita referiram a existência de 240 marcas/tipos diferentes.
De seguida direcção a San Luis onde nos disseram que seria possivel uma visita "Off-record" a uma plantação de tábaco e onde se poderia filmar, fotografar, etc. ao contrário do que sucedia na fábrica oficial.
Pero de San Luis fomos interceptados a meio da estrada por um ciclista que se propôs mostrar-nos a plantação. Lá fomos por meio de umas "picadas" a seguir o ciclista
Algum tempo depois, chegámos às casas que dão apoio à "plantação".
A simpatia é mesmo uma das principais características de "Cuba", e talvez o que mais fica da memória ao longo que o tempo passa.
Depois das detalhadas explicações sobre o processo de produção do tabaco, no interior de um dos "barracões" usados para a seca das folhas, comprámos alguns "puros" como recordação, e ficámos a saber que o tabaco produzido na zona de Piñar del Rio é considerado o melhor de Cuba e como tal quase todo (90%) para exportação, os cubanos contentam-se com o tabaco de outras zonas menos "nobres".










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